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12.29.2010

FELIZ ANO NOVO!!! QUE 2011 SEJA REPLETO DE COISAS BOAS...



Mais um ano se inicia, mais um ano de continuidade, mais um ano de felicidade, mais um ano de reflexão e reconhecimento.
Mais uma oportunidade de refazer a vida de mudar o rumo de encontrar a cada novo dia o sentido de viver.
Feliz Ano Novo. Eu definitivamente não poderia brindar a virada do ano sem expressar toda a minha felicidade e dividi-la com vocês todos, amigos, parceiros, companheiros de cozinha, clientes e fãs.
Pessoas que certamente especiais que merecem receber toda essa energia de emoções. Pensando em vocês gostaria de desejar um ano cheio de harmonia, de novas realizações e sucesso. Um grande abraço e Feliz Ano Novo!


12.22.2010

A História dos Alfajores...Argentinos? Uruguaios? ou Peruanos?




A história do alfajor começa do outro lado do mundo, com as origens da cozinha árabe. Seu verdadeiro nome é “alhasú” e significa recheado. Ele chegou à Espanha no ano de 711 e em 1896 ele ganhou o formato redondo que tem hoje. Mas temos algumas historias diferentes e contraditórias de onde foi iniciada a produção dos Alfajores. Uns dizem Argentinos outros uruguaios, mas na verdade pelo que constam as historias foi no Peru e na Colômbia onde os primeiros Alfajores foram feitos.

Mas seguimos a história, sua antiguidade remonta às origens da culinária árabe, assim como outros parentes como nougat e o Torrone..

O Alfajor aprendeu a falar castelhano por volta de 711, quando a E
spanha foi dominada pelos visigodos, cujo último rei, Rodrigo, foi derrotado pelos árabes. Posteriormente, a influência árabe durante séculos marcou o desenvolvimento da cultura espanhola, que, entre outras coisas, aprovou o doce típico (ainda hoje existe em Medina Sidonia, na província da Andaluzia, um grupo de produtores que preserva Alfajores com a receita secreta original antiga, transmitida de pai para filho por meio de primogenitura. Nos séculos posteriores, e da conquista espanhola de novos portos, a divulgação de receitas antigas tomou próprio curso onde cada família guardava a receita como ouro e segredo.

A IMIGRAÇÃO ESPANHOLA PARA A AMÉRICA DO SUL E A CHEGADA DO ALFAJOR.

A pobreza e o desemprego no campo foram os responsáveis pela imigração espanhola na américa do sul. Começaram a chegar na década de 1880. Imigraram em grande número para o Brasil e outros paises da américa do sul até 1950, período em que entraram cerca de 900.000 espanhóis na América do Sul e eram principalmente oriundos da Galícia e Andaluzia.

Era desconhecida em nosso continente o significado da palavra alfajor até bem entrado o século XIX. O Alfajor é uma tradição espanhola de Córdoba onde nos conventos e casas religiosas do século XVIII eram preparados por mãos hábeis, entre outras iguarias, um ofício feito de dois bolos quadrados, unidos por caramelo, coberto por um glacê de açúcar comprimido chamado tableta.

O pioneiro dos alfajores argentinos foi, em 1869, D. Augusto Chammás (químico francês que chegou em 1840) que inaugurou uma pequena indústria familiar dedicada à confecção de doces e outros confeitos.

Mas a briga ainda continua, Argentina? Uruguai? ou Peru onde realmente começou esta historia que independentemente quem saiu ganhando com isso fomos todos nós...
Alfajor Peruano o que deu origem aos outros de hoje...


Alfajores Argentinos os mais tradicionais hoje...


Alfajores Uruguaios



12.16.2010

Espírito de Natal...


Não importa quanto tempo passe, há sempre aquele natal especial que nunca sai da memória. O meu aconteceu em 1981 na cidade de São Paulo, quando eu tinha 12 anos.

Naquele ano, a festa foi em nossa casa. Havia pernil, que o meu pai fazia questão de tempera-lo com o molho que só ele sabia fazer, tinha as rabanadas da minha tia, o Peru que minha mãe fazia sempre com o maior capricho e o manjar da minha avó. Na TV me lembro de uma vinheta que passava sempre da Turma da Mônica que me marcou muito, era o clima de Natal que eu sempre gostava. Para eu e meu irmão adorávamos esperar o momento de abrir os presentes que a firma em que nossos pais trabalhavam nos deu. Naquele ano eu ganhei de Natal o Flip era um brinquedo se eu não me engano da estrela em formato de fliperama de mesa adorava. Também lembro de brincarmos de bola no quintal com os primos e primas e dois amiguinhos nossos que todo ano chamávamos para passar com a gente. Meu Pai assistia os especiais de Natal da Globo, minha mãe conversava com as tias na copa sobre como arrumar a mesa da Ceia.

O natal sempre foi minha festa preferida. E não era por causa dos presentes não – porque para a gente se divertir naqueles tempos, não precisava muito era só juntar todo mundo que já estava muito gostoso o clima de Natal era uma delicia a família reunida. Acho que o motivo era o fato de eu ainda acreditar plenamente na fantasia toda, na magia toda: de encontrar beleza nas bolinhas de vidro guardadas como jóias, embaladas em papel de seda ano após ano (caro que algumas quebravam-se pelo caminho); de montar o presépio; ajudar minha mãe embrulhar os presentes para a família toda, de passar horas escrevendo mensagens carinhosas nos cartões para os avós e amigos; de contar os dias na folhinha; de ajudar meu pai sentado na escada trocando lampadinhas do pisca para decorar a arvore e a casa toda, de vestir roupa nova; de ir de casa em casa especular o que estavam preparando; de assistir a filmes de natal; de poder ir dormir mais tarde; de não haver broncas e castigos; de ter acabado de começar as férias da escola. Enfim, era tudo tão significante, tudo era tão intenso – mesmo já tendo descoberto há muito tempo que o papai noel era, no final das contas, meu Pai mesmo. A magia estava lá. Não é como hoje.

O natal ainda continua sendo minha festa preferida. Mas, por mais que eu tente, por mais que eu queira, não consigo encontrar o espírito dos natais passados. Não só pelo fato de meus pais, meus avós não estarem mais conosco fisicamente, pois eles sempre estarão presentes; acho que tudo ficou para trás junto com a inocência, o que é uma pena. Ainda assim, eu me esforço para trazê-lo de volta decoro a casa com piscas, arvore de Natal e tudo mais, as minhas lembranças mantêm a esperança acesa, assim como os rituais que teimo em repetir, ano após ano, mesmo correndo o risco de parecer um tolo sentimental ou saudosista. Pois é as coisas mudam, mais o verdadeiro espírito de Natal acho que é o que guardamos e aprendemos com nossos entes queridos e passamos para nossos filhos e netos mais tarde.

“ Guarde este espírito de Natal dentro de você e nunca deixe que ele se apague....”

Desejo um Feliz Natal para todos os amigos de Orkut, Facebook, Twitter e um Ano Novo Repleto de felicidades e coisas ótimas acontecendo sempre.

Chef. Ricardo Galache e família.....fiquem com Deus....

Rizotto de Morango com Frango ao Curry com Molho de Limão e Gengibre


Ingredientes

2 xícaras (chá) de arroz arbóreo
3 xícaras (chá) de morangos picados
1 xícara (chá) de vinho branco seco
1 1/2 l de caldo de legumes (se for usar cubos, dissolva apenas 2)
1/4 xícara (chá) de alho japonês
4 colheres (sopa) de manteiga s/ sal
4 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado ( em peça )

Modo de Preparo

1. Lave os morangos sob água corrente. Retire as folhinhas e despreze. Separe e pique os ingredientes pedidos na receita.

2. Coloque o caldo numa leiteira e leve ao fogo alto. Quando ferver, abaixe o fogo e reserve.


3. Enquanto o caldo aquece, coloque 2 colheres (sopa) de manteiga numa panela e leve ao fogo baixo. Quando a manteiga derreter, junte a cebola picada e refogue, mexendo bem, até que fique transparente.


4. Aumente o fogo e acrescente o arroz. Refogue por 2 minutos, mexendo sempre.


5. Adicione o vinho e misture bem até evaporar.


6. Quando o vinho secar, acrescente um 1/3 do caldo e mexa sem parar. Quando secar, adicione mais 1/3 do caldo e repita a operação, sempre em fogo alto.


7. Assim que o caldo evaporar, acrescente os morangos picados, o caldo restante, o alho japonês e continue mexendo.


8. Verifique o ponto: o risoto deve ficar cremoso, mas os grãos de arroz devem estar al dente, ou seja, um pouco durinhos. Se ainda estiver muito cru, continue cozinhando por mais 1 minuto. Caso seja necessário, junte um pouco mais de caldo e mexa bem. Na última adição de caldo, não deixe secar completamente ou o resultado será um risoto ressecado.


9. Quando atingir a consistência de risoto, desligue o fogo, junte as 2 colheres (sopa) de manteiga restantes. Misture.


10. Acrescente o parmesão ralado e sirva o quanto antes, bem quente.

Dica

O alho japonês é uma erva de aspecto similar ao da ciboulette. Possui uma folha bem longa, fina e achatada e um delicado aroma de alho. É facilmente encontrado em mercados de produtos japoneses e em boas redes de supermercado.

Frango ao Curry com molho de Limão e Gengibre

1 peito de frango

Suco de 1 limão

Curry Q.B

Gengibre em pó Q.B

Azeite extra virgem Q.B

Modo de Preparo:

Corte o peito de frango em cubos e em um bowl tempere com um pouco de sal, e o Curry, misture bem e reserve.

Para o molho em um bowl coloque o suco de limão e faça uma emulsão com o azeite ( lembrando que 3 partes de gordura para uma de acidez ) ou seja três colheres de sopa de azeite para uma de suco de limão. Bata bem com o fouet até emulsionar e acrescente o gengibre e misture bem.

Em uma frigideira com um pouco de azeite, frite o frango até o ponto desejado e reserve.

Montagem:

Com um aro de serviço monte seu risotto no centro do prato, cuidado ao retirar. Coloque os cubos de frango ao redor do risotto e regue o frango com o molho. Para finalizar coloque um morango para decorar o risotto por cima. Bom apetite.