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9.29.2011

Kopi Luwak (ou Civet Coffee) o Café mais caro do mundo e saiba o motivo....



Considerado o café mais caro do mundo (US$ 600.00 por meio kilo), o Kopi Luwak
(ou Civet Coffee) é com certeza também o mais exótico.


Você tomaria uma bebida feita com fezes de animal? Antes de responder, saiba que é esse o ingrediente especial do café mais raro, saboroso e caro do mundo, o Kopi Luwak, originário da Indonésia. Essa, digamos, excentricidade do café sempre foi considerada uma lenda urbana, até que um estudo realizado pelo pesquisador italiano Massimo Marcone, em 2004, confirmou o que deve ter feito o estômago de muitos apreciadores da iguaria revirar.

Os preciosos grãos são mesmo processados pelo sistema gastrointestinal e depois retirados dos excrementos da civeta, um mamífero parecido com um gato, que não existe no Brasil (na Indonésia, as palavras Kopi e Luwak significam, respectivamente, café e civeta). O animal come somente os frutos mais doces, maduros e avermelhados do café, que são digeridos pelo seu organismo, com exceção dos grãos, que são excretados junto com suas fezes. E é justamente essa produção limitada dos grãos (menos de 230 quilos por ano) o motivo de sua raridade, preço alto (cerca de mil dólares o quilo) e sabor inigualável, garantem os apreciadores. "Uma mistura de chocolate e suco de uva. Menos ácido e amargo do que os cafés comuns", descreve Marcone.




O pesquisador explica que à medida que o grão passa pelo sistema digestório do animal, ele sofre um processo de modificação parecido com o utilizado pela indústria cafeeira para remover a polpa do grão de café, mas que envolve bactérias diferentes das usadas pela indústria, além das enzimas digestivas do animal. É isso que dá ao Kopi Luwak seu sabor característico inigualável. Mas esse processo um tanto quanto esquisito de produzir café não representa riscos à saúde? "Os resultados dos testes que fiz em meus trabalhos mostraram que a bebida é perfeitamente segura", garante Marcone.

Não existem registros precisos sobre a história do Kopi Luwak, mas acredita-se que sua origem data de cerca de 200 anos atrás, quando os colonizadores holandeses iniciaram plantações de café nas ilhas de Java, Sumatra e Sulawesi, onde hoje é a Indonésia.

É nessas ilhas que vivem as civetas, que começaram a se alimentar da planta. Para evitar o desperdício, os plantadores de café começaram a coletar os grãos que saíam intactos das fezes dos animais. Em algum momento alguém resolveu experimentar essa variedade aparentemente pouco apetitosa e descobriu o que hoje é considerado o café mais saboroso do mundo. E você, ficou com vontade de encarar?


Receitas para perder a fome

O Kopi Luwak não é o único alimento excretado por animais que consumimos. 

Veja outros exemplos :




Vômito de abelha: O mel nada mais é do que isso. O néctar é transportado para o sistema digestório das abelhas, onde é misturado a enzimas que convertem seu açúcar em glicose e frutose. Ele se transforma em mel e é regurgitado pelas abelhas. É esse o produto final que consumimos.





Saliva de pássaro: É o ingrediente de uma sopa considerada uma iguaria na China (também conhecida como "caviar do oriente"). O pequeno pássaro constrói ninhos com sua própria saliva. Esse ninho (que literalmente vale ouro) é usado para o preparo da sopa. O prato é consumido em várias partes do mundo, inclusive nos EUA, que são o maior importador.




Fezes de cabra: É essa a origem de um tipo de óleo usado no Marrocos. O animal se alimenta de um tipo de fruta similar à oliva, que origina o óleo, depois seu caroço é coletado de suas fezes e se transforma em um óleo usado para cozinhar, como cosmético e na medicina local.




Cerveja de cuspe: A chicha é um tipo de cerveja produzido no Equador. Os grãos de milho são mastigados e cuspidos em um recipiente, onde as enzimas da saliva quebram o amido que depois será fermentado e misturado ao álcool.








TOUR CULINÁRIO PELA FRANÇA SUAS REGIÕES

TOUR CULINÁRIO PELA FRANÇA




A França é merecidamente famosa por sua excelente comida, e viajar através do pais, experimentando pratos regionais é um enorme prazer para os que gostam de uma boa refeição. O tamanho do pais nos permite que haja variações consiferaveis em termos de clima e relevo. Os tempos em que as comunicações eram deficientes fez cada região dependente de sua propria produção e por isso cada área tem sua especialidade. Os mercados são uma maravilhosa fonte de ingredientes crus básicos, que sempre são escolhidos com consideravel cuidado, sejam vegetais frescos, vinhos ou queijos. A França é conhecida por seus queijos. Cada região tem o seu proprio, feito de leite de vaca, cabra ou ovelha, e variando desde a consistencia macia e cremosa até os mais duros e fortes.



Região da Normandia na França


A costa da Bretanha é bem conhecida pela abundancia de pescados, particularmente frutos do mar, como mexilhões, lagostas e ostras. Pescado especialmente o Sole, tambem vem das vizinhanças da Normandia, uma região igualmente notavel por suas ricas pastagens. Queijos famosos como o Camembert, Pont L´Evêque e Neufchatel, são produzidos juntamente com ricas manteigas e creme de leite ( o creme espesso, ligeiramente acido ) e queijos cremosos frescos como o fromage blanc. A Normandia é tambem famosa pelas suas plantações de maças, a fruta da qual é feita a cidra. Benedictine, o licor de ervas, é outra especialidade da Normandia. A carne da região é excelente especialmente a de porco e de carneiro. O prato popular de tripas, Tripes a la Mode de Caen é famoso em todo o mundo.


Região de Champagne na França



A região da Champagne é conhecida pela salsicharia, incluindo lingua defumada e recheada, e caça, enquanto a região de Lorraine tem seu nome ligado a um numero de pratos, incluindo o famoso quiche. 


Região da Borgonha na França


Na Asácia encontramos carne de porco, ganso, caça e chucrute repolho picado entre suas especialidades enquanto que a região da Borgonha produz não somente vinhos finos, mas tambem carnes e aves, desta região temos um dos pratos mais conhecidos na França o Coq au Vin. Esta tambem é a região dos escargot e da mostarda Dijon. 


Região de Auvergne na França


Na região de Auvergne, temos uma grande variedade de queijos, e tambem batatas, repolhos, lentilhas, presunto, linguiças e produtos de carne de porco. As vacas da região montanhosa da Savóia produzem mais leite do que a população pode consumir, de modo que esta área é conhecida por seus pratos gratinados utilizando leite, creme e queijo. Queijo Comté, nozes, castanhas, frutas, carne desidratada e cogumelos selvagens tambem estão nesta região.


Região de Provence na França



Mais ao Sul esta Provence, uma área conhecida no mundo inteiro por seus pratos coloridos e picantes. Azeitonas e azeites de oliva, tomates, cebolas, alho e outras ervas, são ingredientes que são encontrados numa faixa de receitas, incluindo a Salada Niçoise e Ensopado de Peixe a moda do Mediterraneo. O sudoeste é uma das grandes despensas da França, produzindo carneiro, presunto de Bayonne, carne de vaca, pato, frangos, cebolas, ameixas, pessegos, peras, uvas e frutos do mar, especialmente lulas, sardinhas, anchovas e ostras.


Bordeaux França


Bordeaux é conhecida por seus vinhos finos e Conhaques, enquanto que mais alem na Dordogne, as especialidades são gansos, patos e trufas ( muitas vezes utilizadas em pates), frutas secas e frescas. 


Região do Vale do Loire França


No vale do Loire crescem vegetais e frutas e de seu rio vem peixe de agua doce como a truta. Esta tambem é a região onde a legendária Tarte Tatin foi criada pela primeira vez, com sua cobertura caramelizada de maças. Da região do Loire é apenas um passo para a Bretanha, onde nosso tour culinario começou. Como as receitas amplamente ilustram a França é sem duvida um pais onde qualquer um pode se perder em sabores, historias e viagens.....

ESCOLAS FRANCESAS DE GASTRONOMIA

ESCOLAS FRANCESAS DE GASTRONOMIA

De cursos de dois dias até a formação completa de chefe de cozinha, com direito a MBA, a França conta com opções variadas para quem quer aprender o melhor da gastronomia direto da fonte. A seguir, algumas opções de escolas com representação no Brasil:




Cursos: Basic Cuisine, Intermediate Cuisine e Superior Cuisine
Escola: Le Cordon Bleu Paris, em Paris
Duração: três meses cada nível. Os alunos que completarem os três níveis recebem o certificado "Diplome de Cuisine"
Datas disponíveis: as turmas começam em janeiro, março, junho e setembo de cada ano
Preços: 7,5 mil euros (Basic), 7,45 mil euros (Intermediate) e 7,49 mil euros (Superior). Os três níveis saem por 21,3 mil euros.
- Inclui uniforme, taxa de matrícula e curso. Não estão incluídos custos com acomodação e alimentação, seguro saúde, passagem aérea, taxa de administração e utensílios de cozinha
Pré-requisitos: nível intermediário de francês ou inglês e idade mínima de 18 anos
Contato no Brasil: Student International Programs - SIP (www.siptravel.com.br), (11) 3168-6658

Cursos: Basic Patisserie, Intermediate Patisserie e Superior Patisserie
Escola: Le Cordon Bleu Paris*, em Paris
Duração: três meses para cada nível. Os alunos que completarem os três níveis recebem o certificado "Diplome de Patisserie"
Datas disponíveis: as turmas começam em janeiro, março, junho e setembo de cada ano
Preços: 5,34 mil euros (Basic), 5,3 mil euros (Intermediate) e 5,32 mil euros (Superior). Os três níveis saem por 15,2 mil euros.
- Inclui uniforme, taxa de matrícula e curso. Não estão incluídos custos com acomodação e alimentação, seguro saúde, passagem aérea, taxa de administração e utensílios de cozinha
Pré-requisitos: nível intermediário de francês ou inglês e idade mínima de 18 anos
Contato no Brasil: Student International Programs - SIP (www.siptravel.com.br), (11) 3168-6658
* A escola Le Cordon Bleu também oferece cursos curtos (de quatro dias) sobre vinhos, cozinha internacional, cozinha light, sobremesas, chocolate, entre outros.


Curso: formação completa




Escola: Institut Paul Bocuse (http://www.institutpaulbocuse.com/) em Lyon
Duração: entre dois e cinco anos. Em dois anos é concedido o primeiro diploma. No terceiro ano (opcional), é realizada a formação em gestão de cozinha. No quarto e no quinto ano (também opcionais) há o MBA de administração de hotéis e restaurantes. A cada ano, o aluno passa seis meses na escola, em período integral, e cinco meses em estágio remunerado na França ou outros lugares do mundo. Há um mês de férias por ano

Preços:
- Inclui curso, material, facas, uniforme e almoços de segunda a sexta
1º ano: 11,6 mil euros
2º ano: 9,6 mil euros
3º ano (opcional): 7,6 mil euros
4º ano (opcional): 7,6 mil euros
5º ano (opcional): 7,6 mil euros
Demais gastos:
Alojamento: cerca de 380 euros por mês durante os seis meses por ano de presença na escola. Inclui café da manhã
Seguros: entre 350 e 750 euros por ano
Pré-requisitos: nível intermediário-avançado de francês (saber escrever e se comunicar). No primeiro ano não é necessário ter conhecimento em gastronomia. É exigida uma entrevista prévia por telefone no Brasil, em que são avaliados o nível de francês e a disposição do aluno em enfrentar o curso
Contato no Brasil: representação Institut Paul Bocuse (http://www.institutpaulbocuse.com.br/), (35) 3291-4465

Curso: Cuisine et Culture (Cozinha e cultura)
Escola: Institut Paul Bocuse (http://www.institutpaulbocuse.com/) em Lyon
Duração: entre maio e agosto de cada ano
Preço: 7,6 mil euros
Pré-requisitos: nível intermediário-avançado de francês
Contato no Brasil: representação Institut Paul Bocuse (http://www.institutpaulbocuse.com.br/), (35) 3291-4465


Curso: Cozinhando com o Chef



Atividades: as aulas de culinária são ministradas nos apartamentos de chefs em Paris ou em Nice 
Duração: em Paris, as sessões ocorrem três vezes por semana e, em Nice, duas vezes por semana. Para ambas, a duração mínima é de uma semana
Datas disponíveis: durante todo o ano 
Preço: entrada de R$ 306,91 e dez parcelas R$ 223,79 
- Inclui uma semana de curso de gastronomia, uma semana de acomodação em studio tipo kitinet, taxa de matrícula, taxa e depósito de acomodação, traslado de chegada. Não inclui taxa administrativa (US$ 150), passagem aérea internacional, refeições, seguros
Contato no Brasil: CP4 (www.cp4.com.br), (21) 2247-9787


Curso: Gastronomia de Bordeaux, em Bordeaux




Atividades: passeios turísticos e aulas de francês pela manhã e, à tarde, aulas de gastronomia práticas em cozinhas, experimentação de pratos em restaurantes e degustação de queijos e vinhos
Duração: duas semanas 
Datas disponíveis: agosto
Preço: entradade R$ 550,13 e dez parcelas de R$ 387,82
- Inclui duas semanas de curso de gastronomia, 16 dias de acomodação em apartamento e taxa de matrícula. Não inclui taxa administrativa CP4 (US$ 150), passagem aérea internacional, refeições e seguros
Pré-requisitos: nível intermediário de francês
Contato no Brasil: CP4 (www.cp4.com.br), (21) 2247-9787

Curso: iniciação à culinária francesa



Escola: Ritz Paris (www.ritzescoffier.com)
Duração: dois dias
Datas diponíveis: 
Preço: US$ 1,6 mil (inclui curso e seguro-saúde)
Pré-requisitos: nível intermediário-avançado de francês
Contato no Brasil: SemDestino (www.SemDestino.com.br), telefone (51) 3019-4001






Obs.: Os valores não são mais estes, mas as informações de cursos e endereço acredito que sejam os mesmos até hoje....

9.28.2011

Boeuf À La Bourguignonne (Ensopado De Carne Com Vinho Tinto, Cebolas E Cogumelos) este clássico francês


Boeuf À La Bourguignonne
(Ensopado De Carne Com Vinho Tinto, Cebolas E Cogumelos)




Esse é um,dos pratos cuidadosamente compostos, de cozimento demorado, cuja receita é dominada pela donas de casa francesas e pelos cozinheiros de restaurantes modestos mais do que pelos chefs profissionais. Em geral, supõe-se que seja de origem borgonhesa (embora o Cuisinier bouguignon, de Alfred Contour, não tenha essa receita), mas o boeuf à la bourguignonne há muito tempo é um prato francês nacionalmente popular, e com freqüência se referem a ele, ou é mencionado em cardápios, como simplesmente bourguignon. É claro que esses pratos não têm uma fórmula rígida, cada cozinheira interpreta-o de acordo com seu gosto, e a receita a seguir é apenas uma versão. 





1 kg de alcatra, 
120 g de porco salgado ou de toucinho de barriga (sem ser defumado, de preferência), 
1 cebola grande, tomilho, 
salsa e louro, 
1/2 xícara de vinho tinto, 
2 colheres de sopa de azeite de oliva, 
1 xícara de caldo de carne, 
de preferência de vitelo, 
1 dente de alho, 
1 colher de sopa de farinha de trigo,
 
Para a guarnição, 
250 g de cogumelos pequenos,
mais ou menos 12 cebolas pequenas, inteiras.



Corte a carne em quadrados de mais ou menos 5 cm de lado e 6 mm de espessura. Ponha-os numa travessa de louça ou,de cerâmica, temperados com sal e pimenta-do-reino, cobertos com a cebola grande em rodelas, as ervas, o azeite e o vinho tinto. Deixe marinando por 3 a 6 horas.
Ponha 1 colher de sopa bem cheia de gordura rendida numa panela de ensopar, pesada, com capacidade para cerca de 2 litros. Refogue aí o porco salgado ou o toucinho, cortado em tiras do tamanho de um fósforo, om uns 6 mm de espessura. Junte as cebolas pequenas inteiras, descascadas, e deixe-as dourar, virando-as constantemente e mantendo o fogo brando. Retire o toucinho quando sua gordura ficar transparente e as cebolas quando estiverem lindamente coradas. Reserve-as juntamente com o toucinho. Então, ponha na gordura os pedaços de carne, escorridos e secos, e doure-os rapidamente por todos os lados. Polvilhe-os com a farinha, sacudindo a panela para que ela se combine com a gordura, absorvendo-a. Junte a marinada coada. Deixe ferver por 1/2 minuto; acrescente o caldo. Ponha o dente de alho e 1 buquê de tomilho, salsa e louro, amarrados com um fio. Tampe a panela com a tampa bem ajustada e deixe, quase fervendo sobre o fogão, por cerca de 2 horas.



Junte então o toucinho, as cebolas e os cogumelos inteiros, lavados, mas não descascados, e já cozidos na manteiga ou em gordura rendida, por mais ou menos 1 minuto, para livrá-los da umidade. Cozinhe o ensopado por mais 1/2 hora. Retire o buquê e o alho antes de servir. Deverá ser suficiente para 6 pessoas.

Se for mais conveniente, as primeiras 2 horas de cozimento poderão ser feitas com antecedência, o ensopado deixado esfriar e a gordura retirada; poderá então ser reaquecido delicadamente, acrescentando o toucinho, os cogumelos e as cebolas. Há os que sustentam que o prato melhora se for aquecido uma segunda vez; a carne terá tempo para maturar, por assim dizer, no molho.


MAZAPAN DE TOLEDO

MAZAPAN DE TOLEDO 




INGREDIENTES

250 gr. de açucar de confeiteiro
250 gr. de amendoas moidas ou farinha de amendoas
1 clara de ovo
1 gema de ovo



PREPARO

Coloque o açucar , a farinha de amendoas e a clara de ovo. Misturar até obter uma massa homogénea.

Deixe a massa descansando por uma hora em local fresco.




Quando for usar a massa, polvilhe novamente com açucar de confeiteiro e amasse novamente e espalhe a massa na forma desejada, bolinhas, quadrados ou use formas com desenho. Pincele as figuras com a gema e leve ao forno por cinco minutos em fogo alto.


DÖNER KEBAB esta delicia da Turquia e de todo o Oriente Médio

DÖNER KEBAB



Para preparar o Kebab:

1 quilograma de costela de cordeiro

Para o marinado:

2 dentes de alho

250 ml de óleo de oliva

2 colheradas de vinagre

suco de meio limão

sal




30 ml de molho de tomate

15 ml de mostarda

2 gramas de pimenta

2 gramas de pimentão em pó

Para acompanhar a carne:

Pão árabe (também chamado pão sírio)



250 gramas de cebola

250 gramas de tomates

125 gramas de pimentão verde

Alface

Repolho

Molho





Para o Molho:

Iogurte

Mostarda

um pouco de Ketchup

Passo-a-passo:

O primeiro a fazer no momento de preparar Kebab é o marinado para a carne, que é aquilo que confere o sabor tão especial a esta comida. Para isso, pique muito bem o alho e misture-o com o óleo de oliva, o suco do meio limão, o vinagre, o sal, o molho de tomate, a mostarda a pimenta e o pimentão; leve tudo á batedeira até conseguir um molho com boa consistência e que esteja homogêneo.

Agora corte a carne em tiras o mais finas possível, todas, do mesmo tamanho e coloque-as no marinado. Deixe a carne no marinado por pelo menos duas horas e meia. É aconselhável que todo o preparado junto com a carene esteja na geladeira durante o período do marinado, para conservar melhor.




Enquanto isso...

Pique em juliana bem fina a cebola, o tomate, o pimentão verde, o repolho e a alface; reserve para o armado.

Esquente bem uma frigideira e coloque um pouco de óleo nela; tire a carne do marinado (somente após as duas horas e meia), e coloque-a na frigideira. É recomendável cozinhar a carne pouco a pouco, por partes.



Prepare o molho misturando bem todos os seus ingredientes até ficarem homogêneos.

Abra o pão árabe pela metade e coloque primeiro um pouco de carne e depois todas as verduras. Por último, jorre tudo com o molho.


9.27.2011

A historia dos Classicos de onde surgiram os principais Cafés e Bistros de Paris....Brasserie Lipp, The Flore, Les Deux Magots e Le Coupole...

A história de Paris é parcialmente escrito nos balcões e nas salas de trás de seus cafés e cabarés. Das tabernas medievais aos cafés elegantes do Lumières sem esquecer aguinguettes do antigo regime ou os clubes revolucionário como o Procope, o lugar de cafés na sociedade parisiense não parou de evoluir ao longo do tempo.
Mas o que seria de Paris sem os seus cafés? Degas, Manet, Monet e Renoir, todos os impressionistas conheciam os cafés populares de Montmartre. Seria Saint Germain des Prés e Montparnasse ser tão conhecido com tanta glória e se reunir como muitos artistas e escritores, sem os endereços de prestígio como Lipp, A Deux Magots, Floreeo Coupole, todos os monumentos históricos classificados?

Brasserie Lipp


Lipp é um pedaço da história francesa. É um endereço mítico entre Parisienses e também turistas. Conta a história de um Parisiense do  século XX, quando Saint-Germain des Prés estava no centro do mundo das idéias e da política.
Mesmo integrado num grande grupo, Lipp é ainda hoje um símbolo da brasserie Parisiense. Os franceses ainda vão lá por meio de peregrinação certo que avistar um ministro ou uma estrela. Como muitos governos têm sido feitos e desfeitos no Lipp.
Lipp não teria o mesmo destino glorioso, sem as personalidades de Marcelino e Cazes Roger, os proprietários durante 50 anos. Imagine que durante estes anos, as pessoas estavam esperando no almoço e no jantar para o proprietário poder encaixá-los.

Como outros de seus compatriotas (Wepler ou Zeyer), Léonard Lipp não suportava viver sob o Kaiser após a franco-prussiana de 1870 e a perda da Alsácia-Lorena.

Portanto, ele emigrou para Paris e criado em 1880 em 151 boulevard Saint-Germain, a brasserie des Bords du Rhin, chamado assim pela nostalgia de sua terra natal.
Chucrute e cerveja no cardápio. Há 25 anos o Sr. Lipp teve tempo para dar uma reputação a sua brasserie.

Em 1918, quando Marcelino Cazes assumiu o negócio, já não o chamavam mais  de "Bords du Rhin", mas a "Brasserie Lipp".



Mais do que qualquer outro, Marcelino Cazes representou o destino dessas pessoasAveyron indo para Paris no final do século 19 para escapar do horizonte bloqueadoscom irmãos numerosos condenados a viver em vários hectares de solo Aubrac. Ele nasceu em Laguiole, em 1888, em uma família de oito filhos.

Aos 14 anos, ele foi para Paris. Seu irmão um varejista em Montmartre ajudou-o a se estabelecer. Como muitos de seus compatriotas ele carregava carvão tornando-se assim um menino de banho, outra especialidade Auvergne. Lá está os baldes  que você vai carregar, em seguida encha-os com aguá quente. Isso é claro, sem colocar uma gota no chão....




Marcelino Cazes, finalmente, juntou-se ao mundo como assistente de café da manhã em um café na Poissonière avenida. Três anos depois, ele se tornou um garçom em l'Electricité, um negócio em Faubourg-Montmartre. Dezesseis horas por dia carregando bandejas e garrafas. Pouco a pouco foi ajuntando capital suficiente para começar seu primeiro negócio.


Ele abriu seu primeiro negócio com sua esposa no boulevard Voltaire perto da Bastille.Ele sobreviveu à guerra em 1914, ferido duas vezes, foi milagre que Marcelino voltou a Paris. 
Em 1920, com a idade de 32 anos, Marcelino sonhou só de voltar a ser como era antes. Ele pediu um grande empréstimo e cruzou o rio Sena para montar um negócio que realmente chama-se a atenção na Saint-Germain boulevard Près. Um negócio que tinha apenas dez mesas e paredes falsas. Surge o Lipp.




No Lipp, sua esposa cuidava da cozinha. A casa é conhecida por seu famoso chucrute e outros pratos da Alsácia. Não fez Nenhuma questão de mudar uma fórmula que funciona tão bem. Marcelino, começou a trabalhar na parte administrativa. Ele rigorosamente selecionava a sua equipe e, especialmente, os seus clientes.
Obviamente, o distrito ajudou muito. Assim, o grupo de teatro nas proximidades deVieux-Colombier regularmente vinham a noite no Lipp como o  famoso ator francês Louis Jouvet. Em 1925, Marcelino o dobrou o tamanho do lugar. Isso não foi demais para a clientela que ja frequentava o lugar.




Muitos atores passaram por lá, mas também escritores como o piloto Saint-Exupéry, unidos por André Malraux que comemorou o seu prêmio Goncourt lá em 1933 para a condição humana. Políticos e, especialmente, os ministros de diferentes governos também se tornaram habituais. A partir da direita da esquerda, eles desafiaram um ao outro pelo olhar, mesmo que o chucrute que eles estavam comendo veio da mesma panela. Marcelino Cazes esfregou as mãos; e viu seu lugar cada dia crescer mais. A cozinha estava uma loucura enquanto ele pedia para os outros se revezarem na bomba de cerveja.
Em 1934, um dos clientes Lipp, sugere que se crie um prêmio "Cazes", que até hoje existe. Trata-se do Primeiro prêmio literário.



Les Deux Magots


 


O café Deux Magots, verdadeira instituição parisiense criada em 1885 está nas mãos da família Mathivat provenientes do Auvergne desde 1919. O seu terraço com vista para a igreja Saint-Germain des Pres continua a atrair o cliente estrangeiro quando o tempo esta bom e ensolarado.Como resultado, o Deux Magots, tem uma clientela composta por 70% de turistas e 30% de locais da região. A decoração não mudou um milímetro se quer. As bancadas moleskin vermelho e as mesas de mogno passaram no teste do tempo. Os garçons vestidos de preto e branco são igualmente parte da decoração deste local histórico.




Sua as duas estátuas representando mandarins chineses e olhando serenamente sobre a sala que dá o nome a este estabelecimento emblemático do Pres Saint-Germain des. "Magot" significa "encorpado figurine do Extremo Oriente". Estes dois "Magots" são os únicos restos deixados na loja de seda antigo que em 1885 tornou-se um bar de bebidas. Verlaine, Rimbaud e Mallarmé, entre outros, se encontravam para beber absinto no terraço.
Não foi até os anos 20 que o Deux Magots tornou-se o distrito em geral de artistas e intelectuais de esquerda.
Em 1925, André Breton e seus amigos surrealistas, Louis Aragon, Paul Éluard, RobertDesnos, Antonin Arrtaud reuniam-se regularmente.


Quando a nova guerra começou, o Deux Magots se tornou um lugar de debate político.Com a libertação, os existencialistas, com Sartre e Simone de Beauvoir na frente, praticamente morava lá. Cada um tinha sua própria mesa atribuído e escreviam a cada dia sem falhar. Eles logo foram acompanhados por Boris Vian e Albert Camus. O Mito de Saint Germain nasceu.
Escritores e artistas estrangeiros como James Joyce, Brecht Bertold ou mesmo Stefan Sweig, Picasso ou Hemingway .... veio se encontrar aqui.

Hoje chega-se à Deux Magots a gosto um estilo de chocolate quente de idade ou para saborear um café servido na panela, mas especialmente para ver e ser visto. Porque sentado no Deux Magots, você tem certeza de se deparar com uma personalidade do mundo da arte, literatura, moda, entretenimento e política. No entanto, o café continua a ser acima de tudo, um café literário.
Cafés filosóficos são realizadas na maioria das vezes nas manhãs de domingo. No momento da manifestação mundo "Leia em festas", os textos de Simone de Beauvoir são lidos dentro do Deux Magots, lá onde ela veio sentar-se a escrever com Jean-Paul Sartre.

E o prêmio literário do Deux Magots recompensas a cada ano um escritor desde 1933.2011 verá a cerimônia de premiação 78.
A Deux Magots também dá o prêmio Pelléas que premia uma obra literária dedicada à música e o prêmio Saint-Germain, em associação com a brasserie Lipp e Sonia Rykiel, que coroa todos os anos um artista de uma disciplina diferente (arquitetura, cinema, teatro, de desenho, moda ...).

The Flore o primeiro café dos Poetas e depois Filosofos.





O café Flore fez a sua aparição em 1885 exatamente. Ele deve seu nome a uma escultura da deusa da Primavera "; Flore".

Rumo a 1913, o poeta Guillaume Apollinaire que viveu no Boulevard Saint Germain freqüentava-o com o poeta Salmon, ele transformou o térreo em um quarto de escrita. É assim que a revista "Les soirées de Paris" veio a ser fundada. Levou em seus hábitos. Ao ponto de fixação seus compromissos em determinados momentos apenas como um escritório. Em 1917, você poderia ve-lo no terraço das discussões no Flore na companhia de André Breton, fundador do movimento surrealista e Aragão. A palavra inventada surrealista e dadaísta foi devido onde o grupo nasceu.

Durante a década de 1930, toda a Paris literária veio ao Flore: Léon-Paul Fargue, Raymond Queneau, Michel Leiris. Georges Bataille, Robert Desnos estavam entre os clientes mais regulares. O oldies de Montparnasse veio para ficar , incluindo Derain, os irmãos Giacometti, Zaskine e até Picasso.




O mundo do cinema não ficou indiferente a esta atmosfera especial. Marcel Carné encontrou lá o ator Serge Reggiani. Mas a compra por Boubal du Flore, em 1939 (à esquerda da caixa) marcou a idade de ouro do café germano pratin. Boubal sabia como atrair à Flore um intelectual de elite, como os líderes, a dupla germano pratin Sartre-Beauvoir que montou a sua "sede social". Jean-Paul Sartre escreveu: "Estamos completamente resolvido lá: a partir das nove horas da manhã até meio-dia, trabalhamos, comemos, às duas horas voltamos e conversar com amigos que encontramos até oito horas. Depois do jantar, nós recebemos as pessoas a quem temos dado uma entrevista. Isso pode parecer estranho para você, mas estamos em casa no Flore ". Não foi nem um pouco paradoxal ao Boubal bougnat. Como seu colega, Cazes no Lipp, ele nunca abriu um livro, e ele não era da esquerda.


Ao lado os intelectuais, os atores (Jane Fonda, Jane Seberg, Roman Polanski, MarcelCarné. Brigitte Bardot, Alain Delon, Losey e Belmondo) e os cantores (Juliette Gréco, Boris Vian), o Flore também tinha uma reputação de grande local de encontro homossexual, que foi, durante os anos 50 e 60, bastante mal visto. Ainda está lá, o Boubal paradoxal assumiu um lado sulfúrico, mesmo que sua fúria explodiu no dia em que ele descobriu no banheiro de seu café escrito "Boubal é um!" Como se ele assumiu as idiotices de seus clientes e amigos começando com Blondin quem ele foi buscar nos Correios, quando este, bêbado, se divertia batizando uma galinha na igreja de Pres-Saint-Germain-des.

Desde 1984, Moroslav Siljegovic assumiu os destinos do Flore, que também dirige o "Closerie des Lilas".

E hoje, o terraço do Flore continua sendo um dos terraços, onde você tem que ser visto lucrando com os primeiros raios de sol em Pres St-Germain des quando você está passando por Paris. Com um pouco de sorte você pode conhecer Johnny Depp, Jack Nickolson ou mesmo Lauren Bacall.


La Copoule




20 de dezembro de 1927, a inauguração do La Coupole, no boulevard duMontparnasse é um grande acontecimento em Paris durante os anos loucos. A 1500 garrafas preparadas para os 2500 convidados cuidadosamente escolhidos e não será suficiente. Anedotas passa-se em torno de Paris e uma lenda nasce.

Deve ser dito que o estabelecimento está nas mãos de um Aveyronnais como Boubal(Le Flore) ou Cazes Marcelin (Lipp). Ele é chamado Ernest Fraux.



Uma grande idéia? Comprar um monte de madeira velha de um armazém de carvão de cerca de 1000m ² na avenida Montparnasse e criar uma das melhores cervejarias na capital. Assim, os rivais como o Dôme situado na esquina das avenidas e Raspail Montparnasse pensava a respeito.
Para isso, Ernest Fraux reuniu alguns dos melhores arquitetos e decoradores da época. Ele teve que fazer o lugar tão agradável quanto possível e o tornar em um lugar especial ... Na verdade, ele organizou e decorou uma única sala enorme, tão grande quanto uma estação ferroviária, apoiado por 33 pilares simétricos. Com um restaurante e um terraço no primeiro andar.
Felizmente nas proximidades existiam  um grupo grande de pintores, o Montparnos, que deixou Montmartre e Montparnasse . Assim, Marie Vassilieff, Matisse,Léger, e Kisling são abordados para fazer um afresco em cada coluna.




A Coupole foi um sucesso instantâneo. Foi o ponto de encontro para toda a Paris. Este lugar trendy atraiu os grandes artistas e personalidades do mundo literário: Cocteau,Radiguet, Aragon, Dali, Picasso, Foujita, o fotógrafo Man Ray, com o seu modelo deKiki, Zadkine, Kisling, Sartre, Giacometti, Simone de Beauvoir, Artaud, Colette .... O enorme bar tinha recebido pessoas tão famosas quanto Kessel, Beckett ou Hemingway.A pista de dança no subterrâneo do Coupole também se tornou um lugar mítico. É hospedado por  Josephine Baker e todos os grandes nomes do blues e jazz que vieram para conquistar Paris.




Hoje, a atmosfera "brasserie parisiense" ainda está intacta. Você vem para comer o cordeiro ao curry mais famoso de Paris ou um prato de marisco. Você também pode vir a admirar a Art Deco renovada em 1988. As cores originais das colunas, nomeadamente o vermelho granada e do verde que foi toda a raiva nos anos 20 foram redescobertos.

Em 2007, A Coupole celebrou é 80 º aniversário.